Você já tomou um calote? Eu já.
Ser feito de trouxa. Ser passado para trás. Tomar uma volta. Há muitos eufemismos para o popular “tomar um calote”. Eu sou um entre muitos que já dançaram com isso. E apenas por desencargo de consciência (uma palavra em falta no vocabulário de muitas pessoas hoje em dia), resolvo compartilhar isso com vocês, meus poucos leitores, meus muitos amigos.
Imagine a cena:
Você está desempregado. Você tem alguns projetos que começarão apenas no segundo semestre, mas está em janeiro e desempregado. Então você entrega alguns currículos ao acaso e uma pessoa entra em contato com a seguinte conversa: “Sou fulano, sou editor de uma revista em Itaguaí. Estou começando um novo projeto e gostaria que você participasse dele.”
O novo projeto: uma revista voltada para comércio, turismo e economia na região da Costa Verde (municípios como Mangaratiba, Angra, Itaguaí etc).
O nome do novo projeto: Revista Vitrine (muito original, por sinal! deve existir pelo menos mais umas cinco sobre os mais diferentes assuntos com o mesmo nome por aí).
O fulano: um suposto empresário chamado Jamil Barreto.
Pois eu aceitei a proposta. Passei a ir uma média de duas vezes na semana para o local, onde rodava o comércio ao lado do “empresário”.
O acertado era escrever algumas matérias e receber por cada uma delas, individual, sem vínculo empregatício. E foi o que fiz entre os meses de janeiro e março.
Era preciso ter paciência, afinal, Jamil falava, falava, falava… e muito pouco era colocado em prática. Claro que eu temia que o barco afundasse, mas já havia investido um dinheiro no projeto, gastando com passagem e lanche. Tão logo a primeira edição saisse, eu pegaria a minha parte e sairia também.
Como o dinheiro para a passagem acabou e nada da revista sair, comecei a cobrar um adiantamento. Não havia mais como ir ao local – a não ser que eu fosse a pé.
O resultado: Fui dispensado. Minhas matérias foram abortadas e, assim, o suposto empresário se vê no direito de não pagar um único centavo. E para não parecer que estou defendendo apenas o meu lado, posto abaixo a amigável conversa que se deu através de email com o respeitoso, honesto e cristão senhor Jamil Barreto, de Itaguaí.

Achou pequeno? Clique aqui e veja a imagem com maior definição.
~ por Jorge Wagner em Março 20, 2009.
Publicado em vida
Tags: 171, calote, Itaguaí, jamil barreto, revista impacto empresarial
14 Respostas to “Você já tomou um calote? Eu já.”
Fechado para comentários.

empresário é o caralhow! esse jamil é um filho de uma puta cristão da puta que o pariu e vai arder nas chamas negras do inferno eternamente..
AUSHAUSHAUSHAUSHAUSH!
desculpa rir, mas… UAHSUAHSUAHSUAHUSHAUSH!
você é ÓTIMO mano, nadinha mordaz! =)
Bom, sério agora!
que carinha cretino! E quem responde esses e-mails? Que português lamentável, algumas partes tive que reler pra entender o que estavam tentando falar pra você!
Boa sorte, manooo! ;*
é um grande infeliz, sem dúvida! mas pode deixar que tem volta cara. sempre tem.
abs.
POrra cara, que cara cretino.
Essa história precisa ser contada principalmente no meio jornalístico.
FOrça pra ti velho.
abço
Caro amigo eu sou uma das pessoas que encontrou este blog por pesquisar “Revista Vitrine Itaguaí” no google, mas por outros fins. Na minha opnião vc deveria buscar seus direitos, afinal estes e-mails são mais que provas, este cidadão esta ludibriando meio mundo, sei de casos impressionantes, isto nao pode ficar assim.
Não existe empresário, ou melhor qualquer um que “tira” um CNPJ por R$ 500,00 em qualquer contador se torna um “empresário, mas não no sentido da palavra. Na verdade existe um semi-analfabeto, que tem usado inumeras pessoas para tentar fazer dinheiro. Eu sei bem oque falo. Não existe um mínimo de ética, carater ou bom senso.
Bom, enfim… vida que segue, boa sorte pra vc que D’us esteja com vc, e corre atrás do prejuízo.
Marcelo, nos agracie com alguns dos casos que vc tem conhecimento! vai ser um prazer saber mais! =]
agradeço pelo seu apoio…
já sobre procurar os direitos, eu procurei, me informei com profissionais, e por não ter nada escrito, e por eu não ter cumprido uma escala rígida indo mais de 3 dias por semana, seria algo muito delicado e difícil. achei por bem poupar a dor de cabeça.
enquanto meus projetos não se tornam reais, estou trabalhando por aqui com profissionais que, se não possuem condições que me possibilitam ter o melhor emprego do mundo, são extramente honestos e conscientes. são humanos de verdade, são dignos, são GENTE.
no mais, deixo esse post aqui como forma de alertar as pessoas para não serem inocentes como eu fui, seja com esse senhor citado no texto ou com seres sem caráter da mesma estirpe – algo que, infelizmente, há em grande quantidade pelo mundo.
um abraço.
JW
J A M I L, vai cantar axé, SEU 71!
a boca fala o o que o coraçâo esta cheio, até agora só li declaraçôes de pessoas com o coraçâo cheio de odio esquecendo que enquanto um dedo aponta acusando esquesce dos demais apontados para ti, e tem mais amigo o perssonagem sitado plantou uma semente e creio eu que o mesmo esta colhendo. porem todos vcs que o acusam tambem plantaram uma semente ruim que com serteza assim como ele irâo colher,pensse nisto boa noite.
não tem ódio, “Joâo Paulo”. o “perSSonagem Sitado”, com toda “Serteza” não é merecedor disso.
vcs ñ tem o que faser vou dar um conselho acredito que vcs são todos maiores serto então la vai, em vez de estar escrevendo estas bobagens que são lidas e vistas por muitos vão namorar beijar na boca ou ñ gostão é o melhor passa tempo do mundo.
“Pedro”, apesar de você escrever com os EXATOS mesmos erros do “Joâo Paulo”, sua pontuação superou os limites do absurdo. antes de me dar um conselho, aceite o meu: o hábito da leitura colabora com a prática da boa escrita.
boa noite este é o meu comentario como tambem um alerta ,quem palnta colhe quer semente boa frutos bões ,semente ruim frutos maus, segue desta forma vcs estão se mostrando pior do que ele interprete da maneira positiva não se paga o mal com o mal,vcs tirarão com essas declarações acuzadoras todo o peso das costa do mesmo colocandoas nas de vcs, o ódio ele age assim ferindo muito mais quem acusa. forte abraço.
“Marcos”, se vc reler o texto, verá que em momento algum EU (não existe “vcs”; o texto foi escrito por uma pessoa) acusei. Eu MOSTREI, CONTEI, RELATEI, e com base em provas. O que é bem diferente de uma mera acusação.
E eu não odeio ninguém.
Aos inimigos (se é que há alguém a quem eu possa verdadeiramente chamar assim), pouco mais que a indiferença e a esperança de que um dia eles mudem.
abs
e o final – ou QUASE – dessa história está aqui: http://poucasverdades.wordpress.com/2009/05/17/a-justica-um-dia-vem/